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INCLUSÃO: criança com deficiência, sujeito com possibilidades e necessidades

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As raízes históricas e culturais da deficiência sempre foram marcadas por forte rejeição, discriminação e preconceito.

Na literatura da Roma Antiga relata que as crianças nascidas com deficiência, eram afogadas por serem consideradas anormais e débeis.

Na Grécia antiga, Platão relata no seu livro " A República", que as crianças com deficiências ou mal constituídas eram sacrificadas ou escondidas pelo poder público.

A Idade Média conviveu com grandes contradições, os deficiêntes mentais, os loucos e criminosos eram considerados possuídos pelo demônio, já  aos surdos e cegos, eram atribuídos dons e poderes sobrenaturais. Finalmente com São Tomás de Aquino, a deficiência passa a ser considerada como um fenômeno natural da espécie humana.

Essas contradições geravam ambivalência de sentimentos e atitudes, que iam da rejeição extrema, passando por piedade e comiseração e até superproteção, fazendo com que surgisse assim as ações de cunho social, religioso e caritativo de proteção e cuidados: hospitais, prisões e abrigos.

No Renascimento, com o surgimento das ciências, as concepcões racionais começavam a buscar explicações para as causas das deficiências, que foram consideradas do ponto de vista médico como doenças de caráter hereditário, males físicos ou mentais.

Inclusão Social

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